GOTYs PUSHSTART 2016

Com a chegada do final do ano, e em jeito de balanço, a equipa da PUSHSTART reuniu as suas escolhas num Top 3 individual. Contudo, e ao contrário do que habitualmente é feito, salientamos o facto de que não se tratarem daqueles que consideramos serem os melhores jogos lançados em 2016, mas sim os melhores títulos que experimentámos durante este ano, incluindo, desta forma, jogos de variadíssimos anos, alguns retro e outros mais contemporâneos.

Deixamos-vos assim com as nossas escolhas, dizendo um “Game Over” a 2016 e um “PUHSTART” a 2017. Que este seja um ano ainda de maior afirmação, pleno de sucessos para todos! Até para o ano!!!!

Autor: Tiago Lobo Dias

Nome do jogo: Eve: Valkyrie

Ano: 2016

Sistema: PlayStation 4, Windows (VR)

Produtora: CCP Games

Texto principal: Um jogo com os eixos: X (esq-drt) ; Y(cima-baixo) ; Z(velocidade) ; Rudder ; X-Capacete VR ; Y-Capacete VR. Ou seja, 6 eixos totalmente coordenáveis e sem dificuldades de usar. Bom uso de controlador com capacete. Um dos melhores exemplos do que o VR  permite. Lufada de ar fresco nos simuladores.

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Nome do jogo: Robinson: The Journey

Ano: 2016

Sistema: PlayStation 4 (VR)

Produtora: Crytek

Texto principal: A maneira como nos transporta para dentro do cenário. As áreas de floresta são do mais imersivo que já vi. Sabe a demo, é curto, mas impressiona.

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Nome do jogo: RIGS: Mechanized Combat League

Ano: 2016

Sistema: PlayStation 4 (VR)

Produtora: SCE Studio Cambridge

Texto principal: Um jogo realmente completo para VR. Salta à vista a potencialidade do VR sem parecer uma demo ou tech-game. Bem feito, bom 3D, cativante. Talvez o mais completo jogo VR de 2016 para a PS4.

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Autor: Miguel Coelho

Nome do jogo: The Banner Saga II

Ano: 2016

Sistema: PC, PS4, Xbox One

Produtora: Stoic Studio

Texto principal: Já o primeiro tinha sido uma das minhas escolhas para jogo do ano em 2014, portanto não é de estranhar que aqui esteja novamente. Apesar de não inovar em praticamente nada e de ser “apenas” uma continuação do primeiro, esta sequela continua a ter tudo de bom que o antecessor tinha: grafismo de babar, história excelente e jogabilidade viciante, intensa e a exigir muita estratégia da nossa parte.

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Nome do jogo: Ronin

Ano: 2015

Sistema: PC

Produtora: Tomasz Wacławek

Texto principal: Em Ronin, assumimos a identidade de um misterioso assassino, munido apenas de uma katana (que usamos para cortar toda a gente que se apresenta como um obstáculo), a habilidade de saltarmos e pararmos o tempo (útil para planear cada passo cuidadosamente) e um capacete (para, no final de cada nível, escaparmos na nossa mota). A prova de que um conceito muito simples, se for bem executado, é o suficiente para ser super viciante e criar um jogo de sucesso. Um dos poucos jogos que, depois de o acabar, me deu vontade de recomeçar em New Game +.

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Nome do jogo: SUPERHOT

Ano: 2016

Sistema: PC

Produtora: Superhot Team

Texto principal: Mais um jogo que vence por executar um conceito simples na perfeição. Em Superhot, o tempo e a acção avançam quando nós nos movemos. Simples. Tão simples, mas tão genial que consegue transformar um mero FPS num quebra-cabeças estratégico, no qual morremos e voltamos a morrer e voltamos a tentar, sempre com a gana de querer passar o próximo nível de maneira mais espectacular que o anterior.

Com uma história à Christopher Nolan, com umas pitadas de Mr. Robot e combate à Matrix, não há que enganar. Melhor só deve ser mesmo a versão VR, que infelizmente ainda não experimentei.

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Autor: Nuno Viegas

Nome do jogo: Kingdom

Ano: 2015

Sistema: PC

Produtora: Raw Fury Games

Texto principal: Há algo de diferente em Kingdom. Há quem o defina como um simulador de construção, ou um jogo de aventura, mas eu não sou capaz de o fazer. Ao longo do ano, sempre que estava irritado ou cansado, Kingdom preenchia as minhas horas com a beleza intemporal do seu mundo pixelizado, da sua música minimalista e da simplicidade repetitiva do seu gameplay. Não é um jogo para mudar vidas, mas é capaz de ajudar a passar algumas horas negras.

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Nome do jogo: Life is Strange

Ano: 2015

Sistema: PC, PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One

Produtora: Dontnod Entertainment

Texto principal: Há quem creia que os jogos vivem ou morrem pelas suas histórias. Se o assim é, Life is Strange sobrevive com facilidade. O que podia ser uma cópia fraca do formato da Telltale tornou-se num épico emocional dedicado à adolescência e à auto-descoberta. Pouco tive este ano que me deixasse tão profundamente investido numa personagem, e é isso que procuro num jogo.

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Nome do jogo: Firewatch

Ano: 2016

Sistema: PC, PS4, Xbox One

Produtora: Campo Santo

Texto principal: A narrativa não é revolucionária e o gameplay muito menos, mas as personagens possuem um charme tão inegável que é impossível não nos apaixonarmos pelo mundo de Firewatch. Romance, suspense, comédia, tudo é sustentado por alguma da melhor escrita que já vi num videojogo. Tão boa é a forma de contar a história que sou capaz de ignorar as fragilidades da mesma.

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Autor: André Santos

Nome do jogo: Rise of the Tomb Raider

Ano: 2016

Sistema: PC, PS4, Xbox 360, Xbox One

Produtora: Square Enix

Texto principal: Se o primeiro já era bom, o segundo consegue ainda ser melhor. Aventura, adrenalina e muitos momentos de cortar a respiração, são o forte deste título que me arreganhou os olhos e me fez roer as unhas. Coração sofre (suspiro)…

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Nome do jogo: Call Of Duty: Infinite Warfare

Ano: 2016

Sistema: PC, PS4, Xbox One

Produtora: Activision

Texto principal: Todos sabemos do que se trata e todos sabemos como termina. Ainda assim, este é um daqueles jogos que mais parece ter um qualquer segredo para agarrar o jogador, como se de um vício se tratasse. Acção pura e dura, cada vez mais arrojada e descomplexada. Na verdade, há dias em sabe mesmo bem andarmos apenas aos tiros (virtuais) no espaço ou noutro local qualquer!

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Nome do jogo: FIFA 17

Ano: 2016

Sistema: PC, PS3, PS4, Xbox One, Xbox 360

Produtora: EA Sports

Texto principal: É conhecida a rivalidade entre FIFA e PES. Da mesma forma, nunca escondi a minha inclinação para este segundo, principalmente pela sua vertente mais arcade e mais descontraída, perfeita para uma partida entre amigos. Porém, há que reconhecer que FIFA 17 está, de facto, uns patamares bem acima do seu rival, com um estilo de jogo que se pode definir como a mais realista simulação de futebol. Para o ano há mais, mas, este ano, o título da EA Sports vence com uma certa facilidade a Konami!

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Autor: Luís Filipe Teixeira

Nome do jogo: Tumblestone

Ano: 2016

Sistema: Wii U

Produtora: The Quantum Astrophysicists Guild

Texto principal: Não esperava nada de especial quando peguei pela primeira vez neste título. “Mais um jogo de puzzles em que temos de juntar três peças da mesma cor”, dizia eu. A verdade é que, para além de me ter viciado nele, consegui viciar mais três pessoas.

Aqui temos de disparar um cubo energético contra três outros da mesma cor de forma a eliminá-los. Se chegarmos a um ponto em que se torna impossível de continuar, só nos resta fazer refresh a tudo(!) Isso é especialmente divertido se estamos a competir no modo multijogador porque o medo de fazer asneira é ainda maior.

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Nome do jogo: Fahrenheit: Indigo Prophecy Remastered

Ano: 2015

Sistema: Windows, Mac, Linux, Android, iOS

Produtora: Quantic Dream (oiginal), Aspyr (port)

Texto principal: Já há muito que não jogava nada do género point´n click e este era um jogo que já me tinham aconselhado desde o lançamento da versão original.

O que mais gostei foi da sua estrutura. No primeiro capítulo estamos a controlar uma personagem. No segundo já estamos a controlar outra. Por vezes, as histórias vão-se cruzando, outras vezes separando. Isso criava uma certa dinâmica, fazendo com que se tornasse difícil largar o jogo: “ora, deixa só ver o que aquele personagem está a fazer agora. Hm, vou escolher agora este, pois já há muito que não sigo a sua história”.

A narrativa é bastante interessante e a banda sonora pertence a Angelo Badalamenti. O que se pode querer mais?

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Nome do jogo: Mario Party: Star Rush

Ano: 2016

Sistema: Nintendo 3DS

Produtora: Nintendo Austrália, Nd Cube

Texto principal: Pela primeira vez não tínhamos que estar à espera que o jogador anterior lançasse o dado para chegar a nossa vez. Como cada jogador possuía um ecrã individual, podíamos resolver o assunto logo de uma vez. O facto de jogarmos Mario Party em modo multijogador numa consola portátil tem, assim, os seus pontos positivos.

Os próprios tabuleiros trouxeram outra inovação. Lá se foi o carro em que todos os jogadores andavam em conjunto. Cada um podia mover-se ainda mais livremente, do que aquilo permitido nos primeiros jogos da série.

Depois, claro, os imensos modos de jogo foram um grande plus.

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Autor: Ivan Barroso

Nome do jogo: Axiom Verge

Ano: 2015

Sistema: PlayStation Vita, PlayStation 4, Xbox One, Wii U, Microsoft Windows, Linux, Mac OS

Produtora: Thomas Happ Games

Texto principal: Um dos melhores jogos indie nas consolas domésticas. Um metroidvania com um estilo único.

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Nome do jogo: Eve: Valkyrie

Ano: 2016

Sistema: PlayStation 4, Windows (VR)

Produtora: CCP Games

Texto principal: Um dos poucos jogos mesmo imersivos em realidade virtual. Uma experiência altamente recomendada a todos os possuidores do PlayStation VR.

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Nome do jogo: Quest of Dungeons

Ano: 2016

Sistema: Windows, Mac, Linux, Xbox One, PS4, Wii U, Nintendo 3DS, iOS, Android

Produtora: Upfall Studios

Texto principal: um simpático roguelike, capaz de oferecer várias horas de diversão em qualquer plataforma. Excepcionalmente divertido na Nintendo 3DS.

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Autor: Nuno Silva

Nome do jogo: The Last of Us

Ano: 2013

Sistema: PS3

Produtora: Naughty Dog

Texto principal:  Não é uma surpresa, mas ao mesmo tempo é! A qualidade de The Last of Us está evidente logo na sua apresentação, com a componente audiovisual a demonstrar o melhor da PS3. Mas é nos detalhes que se vê a perfeição deste título. Os pormenores do comportamento humano, numa sociedade pós-apocalíptica, a transformação nas prioridades das relações, o apoderamento da Natureza sobre um mundo que perdeu a sua civilização. Um jogo absurdamente completo e perfeito, que, inúmeras vezes, deixou-me boquiaberto com as cenas que decorriam no ecrã. Uma rara obra-prima dos videojogos.

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Nome do jogo: The Legend of Zelda: Link’s Awakening

Ano: 1993

Sistema: Game Boy Color

Produtora: Nintendo

Texto principal: Para mim, a surpresa do ano, tendo em conta que, no mesmo, joguei aquele que achava ser o melhor Zelda 2D de sempre (o Link to The Past, da Super Nintendo). Mas sim, tenho a audácia de considerar que este é, genuinamente, um Zelda melhor e também o melhor de todos, até à data da sua saída. É incrível como a Nintendo conseguiu inserir num cartucho de Game Boy a qualidade de um jogo de 16-bit, aproveitando o melhor de Link to The Past e acrescentando-lhe novas ideias e puzzles, dando-lhe, de certa forma, um toque mais RPG que os outros da série (note-se que considero a saga Zelda como um jogo de aventura!). Uma “hidden gem” dentro do franchise, visto que poucos o mencionam.

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Nome do jogo: Assassins Creed II

Ano: 2009

Sistema: PC, PS3, Xbox 360

Produtora: Ubisoft

Texto principal: Uma escolha banal, talvez desinteressante para alguns, mas sobretudo sincera para mim. Confesso que sempre tive um enorme fascínio pela série, que tem por detrás a mesma equipa de Prince of Persia (PS2). A componente histórica, o mundo aberto, a exploração e os colecionáveis são argumentos suficientes para me deixarem agarrados a jogos do género. E se a estes juntarmos uns visuais polidos (ainda que com bugs caricatos), e modos de build-up como a restauração da vila Monteriggioni, temos a receita para muitas horas de divertimento! Que no fundo, é esse também, o propósito dos videojogos. Certo?

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Autor: Pedro Loureiro

Nome do jogo: Rise Of Tomb Raider

Ano: 2016

Sistema: PS4, XBox One, PC

Produtora: Crystal Dynamics; Square Enix

Texto principal: Apesar de este não ser o setting que mais me atrai em videojogos (neve e gelo), a presença de Lara Croft foi algo que sempre priorizei. Nem que fosse em Marte! Quando, no longínquo ano de 1996, coloquei as mãos (salvo seja) nesta magnífica personagem pela primeira vez, foi amor à primeira vista! Sempre fui um aficionado de jogos de aventura e exploração e Rise of the Tomb Raider é isso e muito mais. Consegue superiorizar-se em todas as áreas ao seu, também formidável, antecessor, algo que julgava ser difícil de concretizar!

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Nome do jogo: Uncharted 4

Ano: 2016

Sistema: PS4

Produtora: Naughty Dog

Texto principal: Não era surpresa para ninguém que este 4º capítulo da saga seria, visualmente, fabuloso. Uma viagem fantástica através de locais deslumbrantes e repletos de vida. Um feito incrível por parte de todas as pessoas envolvidas no projecto onde, no final, todas as diferentes peças do puzzle se encaixam em perfeita harmonia, transformando Uncharted 4 numa obra prima audiovisual.

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Autor: Victor Moreira

Nome do jogo: Carmageddon: Max Damage

Ano: 2016

Sistema: PC

Produtora: Stainless Games Ltd

Texto principal: Confesso ser um fã acérrimo desta série, desde sempre, mas, a cada versão, nasce-me uma alma nova. O mesmo aconteceu com Max Damage, já depois de ter acabado por duas vezes o anterior (e quase igual) Reincarnation. A Stainless conseguiu transportar todo o humor, velocidade e acção dos primeiros jogos, e nem se preocupou com censuras. Um título puro e duro, onde voltei, e voltarei a perder, umas valentes horas!

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Nome do jogo: Gun Valkyrie

Ano: 2002

Sistema: Xbox

Produtora: Smilebit

Texto principal: Um título que já andava debaixo de olho há anos e que finalmente consegui jogar. Tenho a mania de não ver muitos trailers e gameplays, à espera de poder desfrutar da experiência como se tivesse no ano em que certo jogo saiu, portanto, tudo em Gun Valkyrie foi uma grande surpresa para mim! Graficamente deslumbrante e com um toque de jogabilidade arcade, à imagem da SEGA, o título da Smilebit oferece também uma dificuldade crescente e desafiante, com muitos alvos para abater e níveis enormes para ultrapassar. Como se isto não bastasse, há um quê de produção muito japonesa, que nos faz viajar desde logo com a mente para outro planeta!

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Nome do jogo: Super Mario 3D World

Ano: 2013

Sistema: Wii U

Produtora: Nintendo EAD Tokyo

Texto principal: Super Mario é daquelas personagens de que nunca me encho, nem dos jogos dele, claro! Mais uma vez, foi com um sorriso que encarei esta nova aventura que me fugia desde a sua saída, e foi com um sorriso, que noite após noite, fui passando os níveis sempre coloridos, sempre divertidos, sempre ao que a Nintendo nos habituou. Se muitos dizem que Mario é sempre a mesma coisa, duvido que deem atenção a todos os elementos que compõem cada jogo. Fiquei satisfeito com todas as novidades, e com o facto do jogo se ter distanciado dos anteriores Super Mario Galaxy, para nos presentear com outras e ricas peripécias do canalizador!

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Autor: Ivo Leitão

Nome do jogo: Final Fantasy IX

Ano: 2001

Sistema: PlayStation

Produtora: Squaresoft

Texto principal: Confesso que demorei muito tempo até finalmente me aventurar neste jogo, que tem sido tão acarinhado pelos fãs de longa data da série. E, jogando-o, é fácil de entender o porquê. Depois dos dois capítulos anteriores, onde se demarcou a transição para o 3D, acompanhados de belíssimas cutscenes em CGI, mas também com histórias mais sérias e voltadas para o sci-fi, com este capítulo a Squaresoft voltou à fórmula clássica. De novo num mundo fantasioso, com personagens alegres e cativantes como era o caso de Zidane, Steiner ou Eiko, Final Fantasy IX uniu o melhor de vários mundos. Uma história cativante e com uma narrativa que não dava muito espaço a períodos mortos, óptima jogabilidade e gráficos que puxavam a velhinha PlayStation ao limite.

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Nome do jogo: Metal Gear Solid 4

Ano: 2008

Sistema: PlayStation 3

Produtora: Konami

Texto principal: MGS4 desde cedo se demarcou como um dos jogos mais promissores da Playstation 3, que enfrentava dificuldades ao competir com a sua rival mais directa, a XBox 360. O seu lançamento acabou por equilibrar a balança, muito pelo mérito de Hideo Kojima. Neste ano, finalmente lá me decidi a jogá-lo e foi de facto uma excelente viagem. É certo que foi levado para uma jogabilidade mais de acção do que puramente furtiva, mas Kojima é um génio de narrativa e a história, sempre cativante e repleta de reviravoltas, não me fez estranhar nada essa mudança. O epílogo então é brilhante e um encerramento perfeito de várias pontas soltas na história de Solid Snake. A ver se no próximo ano posso dizer o mesmo do Phantom Pain, que o irei começar muito em breve.

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Nome do jogo: Dragon’s Fury

Ano: 1992

Sistema: Mega Drive

Produtora: Technosoft / Naxat

Texto principal: Previamente lançado na Turbografx como Devil’s Crush, Dragon’s Fury é um jogo de pinball fantasioso, com a temática do oculto algo bárbaro e medieval, repleta de dragões, demónios e pentagramas. Eu nunca fui o maior fã de jogos de pinball, mas quando peguei neste jogo a verdade é que me agarrou ferozmente. A sua imagem obscura, aliado a excelentes gráficos e uma banda sonora tão rock and roll que até faz o YM2612 transpirar, tornou-o numa excelente surpresa. Pena que a sua sequela, Dragon’s Revenge, desenvolvida directamente pela Tengen, não seja tão boa.

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Autor: João Alves de Sousa

Nome do jogo: Break Liner

Ano: 2016

Sistema: iOS

Produtora: Mamau

Texto principal: Todos os jogos têm os seus momentos para ser jogados e a sua importância. Para mim, Break Liner é o meu anti-secas portátil. É um jogo muito simples em que somos uma nave e, dando um toque no ecrã, mudamos diagonalmente a direcção em que voa, quebrando as linhas brancas e amarelas no centro do ecrã. Se formos contra uma linha preta, a nave faz ricochete e, se batermos numa vermelha, é o fim da picada. O jogo é básico, mas desafiante, e torna-se mágico sempre que batemos um novo recorde e a música atinge uma intensidade épica, que me lembra as viagens espaciais do filme Interstellar.

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Nome do jogo: Keep Talking and Nobody Explodes

Ano: 2015

Sistema: PC

Produtora:  Steel Crate Games

Texto principal: Hoje em dia, não tenho muito tempo para estar com os amigos a jogar qualquer coisa juntos, mas foi num desses raros momentos que experimentei KTANE, que é, provavelmente, o party game mais criativo que já me passou pelas mãos. No PC, um jogador tem à sua frente uma bomba para desactivar, do outro lado da mesa estão os restantes amigos com o manual das bombas impresso, a gritar instruções para evitar a explosão. Além de extremamente original é também incrivelmente intenso, divertido e a escolha acertada para um animado convívio caseiro.

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Nome do jogo: Inside

Ano: 2016

Sistema: PC

Produtora: Playdead

Texto principal: Tive o prazer de adquirir Inside apenas nos últimos dias deste ano mas certamente não é só por isso que ele me ficará gravado na memória e no disco rígido do PC. Para quem gostou tanto como eu de Limbo, o anterior jogo do estúdio, saibam que Inside é praticamente um Limbo 2, o mesmo tipo de mecânicas e ambiente retornam mas com um novo grau de refinamento e sofisticação. É também uma experiência intensa, no que toca a storytelling, visto que vamos conhecendo um mundo muito estranho e inquietante enquanto jogamos e, acreditem, não é fácil resistir a fazê-lo todo duma assentada.

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