Charlie Ninja; Night Striker; Congo Bongo – HABEMUS MACHINA

O melhor dos salões de jogos e as suas respectivas arcades. Nesta edição, conheçam ou recordem alguns dos jogos mais populares, pelo melhor ou pelo pior!

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Título: Charlie Ninja

Produtora: Mitchell

Ano: 1994

Não se deixem iludir pelo nome do jogo, nem… pelo jogo. Charlie Ninja faz jus apenas à parte do “ninja”, ou não fossem os heróis aqui presentes verdadeiros craques das artes marciais, deixando completamente de parte o “Charlie”, que ninguém sabe quem é, já que no jogo controlamos Roy e Lon, e o dito nome próprio que faz parte do título não aparece em nenhum vilão! Charlie Ninja é muito bem conseguido e colorido, bem como uma verdadeira paródia a uma diversidade de temas e culturas. Tão depressa vemos ninjas a lutar no faroeste, onde esta aventura começa, como, alguns níveis mais à frente, já estamos num estádio de futebol americano, a batalhar contra ferozes jogadores deste desporto. É impossível situar Charlie Ninja numa temática única, todavia é um título que promete (e consegue) divertir qualquer tipo de jogador!

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Título: Night Striker

Produtora: Taito

Ano: 1989

Apesar de esta ser uma produção da Taito, quem jogar Night Striker sem saber isso vai achar que se trata de um jogo da SEGA, ou não fossem tantas as ideias e características já presentes em anteriores projectos desta casa. Night Striker é, à primeira vista, um shooter 3D, muito ao estilo de Thunder Blade ou Space Harrier, precisamente jogos SEGA. Apesar das semelhanças, este é um excelente título, com gráficos “de babar” e uma noção de velocidade incrível, principalmente para o ano em que foi lançado. Os níveis são bastante diversificados, oferecendo caminhos alternativos sempre que se derrota um boss, uma ideia que se assemelha bastante ao que se passa em Outrun, ainda que, neste caso, a passagem para o nível seguinte se processe através de túneis.

 

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Título: Congo Bongo

Produtora: SEGA

Ano: 1983

Texto: Se a Nintendo estava a ter um sucesso tremendo com Donkey Kong, era normal que a SEGA também tentasse ter o seu próprio jogo com um gorila assustador. Apesar de se tratar de um jogo com gráficos isométricos, as semelhanças com a obra-prima da Nintendo são evidentes. A nossa tarefa é tentar apanhar Bongo, que, no início do jogo, queima a tenda do explorador, o qual agora procura vingança. Tal como no citado Donkey Kong, Congo Bongo tem um certo número de níveis que se repetem com acrescida dificuldade, ainda que, desde o seu início, se trate de um título muito mais desafiante e com mais inimigos! Congo Bongo acabou por aparecer numa enormidade de consolas e computadores, mas nunca chegou a ter a fama do seu directo concorrente.

Autor: Victor Moreira Pesquise todos os artigos por

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