Megaman Xtreme 2 (Curtas)

Ficha Técnica
Ano: 2001;
Desenvolvido pela Capcom;
Género: Plataformas /Sidescroller 2D;
Plataformas: Gameboy Color; 3DS Virtual Console;
Analisado em: Gameboy Color

 

INTRODUÇÃO

Megaman Xtreme 2 (1)

À semelhança do Megaman Xtreme e dos Megaman anteriores que tinham saído para a Gameboy original, este Xtreme 2 é mais um outro spin-off da famosa série da Capcom que apesar de ter uma história original, recicla cenários e inimigos de jogos anteriores, neste caso dos Megaman X até ao X3. A grande novidade porém, face ao primeiro Xtreme, é a possibilidade de jogarmos quer com X, ou o seu robot companheiro e rival, Zero. Cada robô tem o seu próprio percurso no jogo, enfrentando um conjunto de diferentes bosses, porém nos níveis finais podemos alternar livremente entre ambos, sendo que cada um possui as suas habilidades próprias com vantagens e desvantagens. Ao contrário de Megaman, a arma de Zero é o seu sabre, que apesar de infligir mais, obriga-nos a combater os inimigos bem mais de perto, o que acarreta sempre os seus riscos. De resto, partes da fórmula Megaman tradicional se mantêm, como a liberdade de escolha de qual boss lutar primeiro e ganhar as suas armas, que por sua vez são particularmente eficientes contra outros bosses, mas não só, com outros poderes e upgrades pelo caminho.

 

O BOM

Megaman Xtreme 2 (2)

  • Há uma melhor jogabilidade face ao jogo anterior, com a dificuldade mais balanceada e existem menos momentos de frustração pura devido a mau design, não propriamente à nossa falta de jeito;
  • O bom factor replayability: A divisão entre X Mission e Zero Mission, bem como os modos de jogo adicionais Extreme e Boss Attack dão-nos mais desculpas para lhe voltar a pegar;
  • Bons gráficos e músicas tendo em conta as limitações do sistema;

O Mau

Megaman Xtreme 2 (3)

  • Apesar de existirem bastantes cutscenes, as mesmas são algo lentas e com alguns erros de tradução;
  • Também são notórios alguns slowdowns em certas partes do jogo, mas nada que incomode muito;

O veredito

Não que este Xtreme 2 seja um mau jogo, nem por sombras. A introdução do Zero como personagem jogável e o facto de X e Zero terem caminhos completamente distintos entre si são coisas que me agradaram bastante. No entanto, e tal como o primeiro Xtreme ou todos os Megaman da Gameboy clássica, não os consigo recomendar a 100% devido à sua reciclagem de inimigos, bosses e cenários de jogos antigos. Continuo a preferir os originais de SNES.

 

Autor: Ivo Leitao Pesquise todos os artigos por

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