The Mysterious Cities of Gold Secret Paths (curtas)

Ficha Técnica
Ano: 2013;
Desenvolvido pela Ynnis Interactive;
Género: Puzzle;
Plataformas: Nintendo 3DS, Nintendo Wii U, Android, iOS, PC
Analisado em: 3DS

 

INTRODUÇÃO

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Não sei se será o vosso caso mas para mim As misteriosas Cidades de Ouro foi uma das séries de desenhos animados dos anos 80 que mais me marcaram. Esta produção, que juntava talentos franceses e japoneses numa história sobre os descobridores espanhóis no México, é por si só uma viagem à volta do mundo. As aventuras de Esteban à procura das 7 Cidades de Ouro encontraram o seu primeiro pouso nas ruinas Maias e Incas. Após um grande interregno, esta série voltou à televisão, não num remake como vem sendo hábito noutras produções mas com uma segunda temporada que continua as aventuras e personagens da primeira. O jogo segue apenas a segunda temporada da série, apresentando sequências de resumo retirados do desenho animado mas não é uma aventura, por assim dizer. É um puzzle game.

 

O BOM

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  • Graficamente agradável e fiel ao ambiente da série. Boas animações de personagens
  • Utilização dos diferentes atributos para os 3 protagonistas da série como forma de resolução de puzzles
  • Bom entretenimento em sessões de jogo de curta duração
  • Adapta-se melhor a dispositivos portáteis do que nas consolas de sala ou PCs pois é um jogo bastante simples.

O Mau

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  • Quem não conhecer a história da série certamente não a perceberá com as cut-scenes extremamente resumidas em relação à narrativa geral
  • A jogabilidade é repetitiva. A mesma mecânica é levada à exaustão com muito pouca variedade. O jogo fica preso a alternar entre 3 personagens que são colocados em cima de alavancas para abrir a porta seguinte. A sequência dos níveis não refresca suficientemente a experiência
  • Não chega a ser um jogo de aventura como pediria a série mas simplesmente um jogo de puzzles.

O veredito

 

Este jogo é definitivamente destinado ao público jovem que segue a série e, dessa forma, o desafio nunca chega a ser elevado. A dificuldade é moderada e as mecânicas acabam por não evoluir nem variar demasiado o que torna o jogo repetitivo. É uma distracção simples mas pouco ambiciosa que tinha já sido analisada no número 39 da PUSHSTART (na sua idêntica versão para a Wii U). Na 3DS parece encontrar uma casa melhor. É notório que o jogo foi construído com os dispositivos móveis em mente.

 

Autor: Joao Sousa Pesquise todos os artigos por

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